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Mostrando postagens de novembro, 2017

Abandono de animais: um problema diário

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O abandono de animais é um problema visível em todo o Brasil. Cães e gatos são abandonados em ruas e estradas todos os dias. Segundo a Sociedade União Internacional de Proteção dos Animais, nos meses de janeiro e fevereiro, época de férias, o número de animais abandonados cresce até 70 %. Em muitos casos, as famílias simplesmente abandonam os animais para viajar sem preocupações. A estimativa é de que apenas um em cada dez cães abandonados consegue um novo lar. O caso dos gatos é ainda pior: apenas um a cada 28 é adotado novamente. Além de sofrer traumas psicológicos, esses animais, muitas vezes, são atropelados ou morrem de fome, além das doenças que contraem sem os cuidados necessários. O veterinário Ricardo Pismel explica que o abandono pode trazer muitos problemas ao pet, mesmo depois de adotado novamente. “O animal fica com a alimentação prejudicada. A alimentação dele vai acontecer se alguém jogar alguma coisa ou um alimento que ele ache na rua, procure em lixeir...

Feira para os gatinhos de rua

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Foto: Larissa Bezerra Uma das iniciativas de cuidados de animais existentes em Maringá é de uma protetora independente, Camila Devides Fabris, que realiza feiras de livros e bazar para arrecadar dinheiro para os cerca de 30 gatos que ela abriga em casa.  As feiras, segunda ela, são basicamente para os recursos como alimentação, vacina, castração etc, porque ela não teria condições de pagar tudo com o próprio dinheiro.  Camila já cuidou de mais de 300 gatos com a irmã Carla. Após os cuidados necessários, elas disponibilizam os animais para adoção. Porém, há muitas dificuldades nesse processo. Ela conta que o trabalho é enorme, porque o resgate desses bichinhos não se resume a alimentá-los e levar no veterinário. “Não é só você dar comida e castrar, você tem que dar carinho, cortar unha, dar banho, limpar o lugar em que eles ficam, trocar areia”, diz. Foto: Gabriel Brunini Além disso, ela precisou modificar muito a casa onde mora para abrigar todos...

Saop faz sucesso nas redes sociais e em 'ambiente de trabalho'

Pela manhã ela acorda, recebe no pescoço um lenço que combine com o dia, vai para o escritório de advocacia dos tutores e espalha alegria no ambiente e a todos que passam por ali. Um pouco mais tarde, ainda pela manhã, ela vai para Câmara dos Vereadores chamando a atenção por onde passa.  No período da tarde, vez ou outra, passa em uma TV local, para sutil participação em programa televisivo. Não bastasse isso tudo, ainda faz sucesso com as publicações em redes sociais.  Em foco, poderia estar uma advogada, uma jornalista, uma vereadora ou mesmo uma “digital influencer”. Mas esse é o dia a dia de uma das cadelas mais queridas de Maringá, a Saop.  A cadela foi convidada para ser a primeira de Maringá a se registrar em cartório. A advogada Thalita Garcia, e o advogado e vereador Flávio Mantovani – donos de Saop– decidiram que o nome completo e data de nascimento da cadela seria uma homenagem São Francisco de Assis. “Calculamos, pelo que disse o veterinário, qu...

A feira das esperanças

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O dia acordou cinza e a paisagem teimava em insistir que chuva tinha de cair. Na avenida São Paulo, próximo a um shopping, uma multidão aos poucos se amontoava. Os olhos, sempre atentos, fitavam o céu – quase como os navegantes de uma nau que temem tempestade. "Será que vai chover? Não pode chover!", disse uma senhora que estava próxima a uma gaiola com alguns cãezinhos. Uma outra mulher, caminhando por entre as pessoas, carregava um Shitsu que não rosnou aos outros cães que lá estavam hospedados – o enredo se assemelhava, talvez, ao clássico de "A Dama e o Vagabundo". Na gaiola, os cães se agitavam com a presença de possíveis futuros donos. Mesmo com o curto espaço, eles rodopiavam e bailavam, nos efêmeros instantes em que os olhos se curvavam do céu para as grades em que estavam. A pequena Beatriz Werdek, de 8 anos, clamava por um bichinho a sua mãe. "Mamãe, Mamãe, vamos adotar um cachorrinho, por favor, por favor!", suplicava. A mã...

Um dia na vida da cadelinha Nina

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Foto: Renato Crozatti O primeiro ônibus vindo de Curitiba do dia desembarca na Rodoviária de Maringá logo após o primeiro respingo de luz do sol no município. Do veículo, saem, cansados, dezenas de passageiros - além dos experientes funcionários. Uma dona de casa visitando um parente, uma jovem musicista, com seu violino na mala e voltando de uma apresentação na capital, um vendedor de meia idade e barriga saliente que veio visitar uma irmã que está doente, entre tantos outros. Algumas horas depois, um outro ônibus, de outra companhia rodoviária, chega de uma viagem mais longa ainda, após passar pouco mais de nove horas na estrada. Em sua grande maioria paulistanos, é possível avistar olheiras de cansaço, um bebê no colo dormindo, outra criança reclamando com sua mãe que está com fome. À noite, uma cena similar acontece.  Passa dia, passa noite, entra ônibus e sai ônibus, e centenas a milhares de passageiros passam pelo local todo dia. E há uma pequena criaturinha de qua...

10 motivos para adotar (e não comprar) um animal

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Se você deseja um companheiro de quatro patas na sua casa, é importante se preparar para a chegada do novo pet. Além de espaço, recursos financeiros e muita dedicação e carinho com o bichinho, deve-se ter em mente quais os procedimentos mais adequados para trazê-lo até a sua casa.  Muito se engana quem pensa que a compra de animais é a maneira mais segura de adquirir um animal de estimação. No Brasil, existem aproximadamente 20 milhões de bichinhos abandonados à procura de um lar. Ao comprar um animal em um pet shop, você contribui para que esses animais continuem nas ruas, fazendo com que esse número só aumente. Já ao adotar, você ajuda a reduzir o número de cães e gatos abandonados e proporciona um bom lar para esses bichinhos que, geralmente, já passaram por muito sofrimento. Por isso aqui vão 10 motivos para adotar um bichinho de estimação:  1- Muitos filhotes não são bem tratados nos criadouros e chegam às lojas com doenças ou problemas de saúde. 2- ...